Conteúdo escrito pela psicológa do Grupo Yuri Busin:
Kátia Allyne Pavanile (06/141851).
Essa é uma dúvida frequente e legítima entre pais e mães. Perguntas como “Quando devo me preocupar?”, “Estou sen do permissivo demais?”, “Devo impor mais regras?” ou “Quando procurar um profissional?” fazem parte do processo de se tornar pai e mãe.
Fases desafiadoras, períodos de maiores conflitos familiares e o próprio desenvolvimento da criança produzem mudanças no comportamento, tanto dos pais quanto dos filhos. E cada etapa traz novos aprendizados, mas também inseguranças e desafios.
Você já ouviu falar sobre os atendimentos de orientação à pais? Pois irei te explicar…
Trata-se de atendimentos direcionados exclusivamente aos pais, com foco em uma queixa específica relacionada ao comportamento ou situação-problema que está sendo vivenciada. São realizadas poucas sessões, a serem avaliadas pelo Psicólogo Clínico, com o objetivo de:
- Compreender o que está acontecendo na dinâmica familiar;
- Alinhar expectativas e posturas parentais;
- Diferenciar fase do desenvolvimento e sinais de alerta;
- Organizar estratégias;
- Redirecionar, se necessário, para atendimentos psicoterapêuticos ou com outros profissionais;
- Reduzir a culpa e insegurança.
Perceba que este formato não é igual ao de uma psicoterapia infantil e não se trata de uma avalição ou diagnóstico da criança. A função é orientar os pais para que se sintam mais seguros na condução da situação apresentada.
Existe uma ideia equivocada de que procurar ajuda significa que “estamos falhando como pais”, “não estou sendo uma mãe/pai suficientemente bom/boa”. Nesses momentos, sentimentos como confusão, desestabilidade e sobrecarga emocional podem se tornar cada vez mais frequente, certo? Pois bem, quero te lembrar que ser pai ou mãe não vem com manual e que ninguém precisa estar sozinho. Por isso que nós, psicólogos, estamos aqui também para acolher essa demanda.
Então lembre-se: buscar ajuda é sinal de disposição para ajudar e aprender, de consistência e crescimento. É sinal de amor, não fraqueza!
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