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Depressão na adolescência: Um guia para os pais

Você sabia que a doença considerada o grande mal do século atinge 5,8% da população brasileira? Aliás, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão na adolescência tem sido recorrente e, muitas vezes, não é um tema tratado com a relevância merecida.

Dados apontam que o suicídio é a principal causa da morte de indivíduos, entre 15 e 29 anos de idade. Mas a atenção redobrada dos pais tem grande potencial para mudar esse cenário.

Entendendo a depressão na adolescência

Ser adolescente não é uma tarefa fácil e implica em mudanças que, naturalmente, podem causar conflitos. São fatores externos e internos que mexem diretamente com o autoconhecimento e a autoaceitação.

Diante disso e de outras questões, esse público está suscetível ao transtorno depressivo. A propósito, a doença afeta de forma negativa como o jovem se sente, enxerga a vida e age. Provoca problemas emocionais e físicos.

Possíveis causas

Não existe apenas uma causa específica para ser o estopim da depressão nessa etapa. O motivo de a doença aparecer, pode variar entre a junção (ou não) de diversos pontos, como alterações hormonais, bullying, ambiente em que se vive, doenças crônicas, entre outros.

Independentemente do motivo, é fundamental que os responsáveis fiquem de olho em pequenas e grandes mudanças no comportamento desses jovens. Quase sempre, os sinais estão ali e não são apenas “dramas” da idade.

Identificando o problema

Não é somente a tristeza, por exemplo, que caracteriza a depressão. Nos adolescentes, a enfermidade se manifesta de diversas formas. É um período turbulento e algumas ações tendem a confundir quem está ao redor. Mas alguns sinais fazem a diferença.

Para começar, note se há um isolamento que evite a qualquer custo o contato social. Falando nisso, se o mundo virtual for o refúgio mais prazeroso do adolescente, significa que algo está fora do eixo. A queda no rendimento escolar inesperado também pode significar um alerta.

Se há falas e sentimentos para lá de negativos, uma conversa pacífica é indispensável. Comportamentos agressivos, automutilação, alteração no sono e perda ou ganho de apetite precisam também ser levados em conta. Por fim, quadros mais graves podem levar a pensamentos suicidas.

Uma relação de confiança com o adolescente consiste em escutá-lo, mas sem julgamentos. Além disso, os responsáveis precisam estar ao par do que acontece no ambiente escolar.

No mais, peça ajuda qualificada e caso o diagnóstico seja confirmado, saiba que há tratamento. Em quaisquer situações, conversas com um psicólogo são de extrema importância.

Sessões de terapia aumentam as chances de identificar as causas e atitudes que resultam em melhoras consideráveis. Tudo é feito na base da confiança, compreensão e parceria. Não deixe que o medo impeça você a permanecer no mesmo lugar.

Combater a depressão na adolescência fica mais fácil com o auxílio da família e de especialistas. Faz com que o paciente passe por esse período de um jeito saudável, proveitoso e repleto de lições!

Se precisar de ajuda para um caso de depressão na adolescência entre em contato comigo!

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