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Como ajudar alguém com um ataque de pânico

Cotidiano
Como ajudar alguém com um ataque de pânico

É compreensível sentir medo ou não saber o que fazer quando alguém próximo sofre um ataque de pânico. Independentemente se a pessoa é um amigo, parente ou parceiro, a sua ajuda fará uma grande diferença.

Esses ataques podem surgir em qualquer pessoa e a qualquer momento, sem prévio aviso, podendo ser provocados por agentes estressores ou fobias. Eles são reações exageradas do corpo ao perigo, estresse ou excitação.

Homens e mulheres que experimentam ataques repetidos evitarão situações que eles acham que podem induzir esses sintomas aterrorizantes. Naturalmente, isso pode causar reflexos significativos na vida da pessoa, incluindo perda de emprego, por exemplo, se o ambiente de trabalho for percebido como ameaçador.

Por mais que esses ataques sejam assustadores, há coisas que você pode fazer para ajudar o outro a lidar com essa situação.

Como identificar um ataque de pânico

Os ataques de pânico são muito desconfortáveis ​​e causam sofrimento significativo. As pessoas podem ficar aterrorizadas, pensando que realmente estão prestes a morrer. Em geral, os ataques de pânico apresentam sintomas como:

  • medo intenso, com sentimento de terror ou pavor
  • tremedeiras, hiperventilação ou falta de ar
  • sudorese, calafrios e tonturas
  • coração batendo acelerado
  • dor de cabeça e no peito

Os gatilhos do ataque de pânico nem sempre são fáceis de identificar. Porém, quanto mais cedo você perceber o que está acontecendo, mais rápido poderá ajudar a pessoa.

Ajudando alguém com ataque de pânico

A primeira coisa a fazer é ficar calmo. Normalmente, esses ataques são intensos, porém, de curta duração – durante entre 5 e 20 minutos. Muitas vezes, a sua voz calma já pode ser o suficiente para tranquilizar a pessoa.

Em seguida, diga gentilmente para a pessoa que acredita que ela pode estar tendo um ataque de pânico, mas que você está lá para ajudar. Você também pode perguntar o que ela precisa ou como você pode ajudar. Isso faz a pessoa se sentir mais segura e calma, estando mais no controle da situação.

Durante o ataque, incentive a pessoa a respirar lenta e profundamente. Ao mesmo tempo, peça para que a pessoa se concentre em algo, como contar em voz alta ou pedir que ela observe você levantar e abaixar suavemente o seu braço.

Outra estratégia é pedir que a pessoa que está sofrendo o ataque sente-se em algum lugar silencioso até que ela se sinta melhor. Isso facilitará o processo de respiração e concentração.

Caso a pessoa peça para você ir embora, se afaste um pouco dela, dando-lhe mais espaço – claro, apenas se a pessoa não estiver em uma situação de perigo real. Fique por perto para que você ainda possa ficar de olho nela e avise que estará por perto caso ela mude de ideia.

Se esses ataques de pânico tiverem um grande impacto no trabalho ou na vida doméstica da pessoa, é importante que ele receba ajuda de um psicólogo especializado em terapia cognitiva comportamental. Felizmente, a condição é tratável em consultório.

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Yuri Busin